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Claude Code Opus 4.7 chegou: desktop renovado, múltiplas sessões e automações agendadas

Anthropic lançou o Opus 4.7 e reescreveu o app desktop do Claude Code: terminal embutido, sessões paralelas, preview e agendador de tarefas.

Por Publicado em Atualizado em ⏱ 3 min de leitura

A Anthropic lançou em 16 de abril de 2026 o Claude Code Opus 4.7, apresentado como o modelo mais inteligente e capaz da linha Opus para programação, agentes, visão computacional e trabalhos profissionais complexos. Junto com o novo modelo veio uma reescrita completa do aplicativo desktop do Claude, que agora incorpora terminal, múltiplas sessões em paralelo, preview de código e um agendador de automações. Vídeo original: youtu.be/PYrjetJQaXw.

O que mudou no aplicativo desktop

A interface foi reorganizada em três áreas visíveis no topo da janela: Chat, Cowork e Code. A parte de código, que antes ficava junto do chat, ganhou espaço próprio e o aplicativo passou a lembrar uma mistura de IDE com ferramentas tipo Lovable — você edita, executa e visualiza o resultado no mesmo lugar.

No canto da tela já aparece a marcação Opus 4.7 tanto no seletor de modelo quanto no topo do chat, indicando que a atualização é automática para quem já usa o cliente.

Terminal embutido e múltiplas sessões

Uma das mudanças mais relevantes é o terminal integrado dentro do próprio app desktop. Não é mais preciso alternar entre janela do Claude Code e terminal externo — os comandos rodam ao lado da conversa.

Além disso, agora é possível manter várias sessões ativas ao mesmo tempo, cada uma trabalhando em um projeto diferente. Clicando com o botão direito num item, você abre a visualização lateral e consegue acompanhar o progresso sem perder o contexto da sessão principal.

  • Divisão de tela para ver chat e código simultaneamente.
  • Painel de tarefas acompanhando o que cada sessão está executando.
  • Troca rápida entre projetos sem fechar conversas anteriores.

Harness: automações que rodam enquanto você dorme

O recurso Harness permite agendar tarefas para rodar automaticamente em um horário definido, sem depender do seu computador estar ligado. Funciona como um cron para o agente: você descreve o que quer que seja feito, escolhe a recorrência e pronto.

A ideia é exatamente cobrir o tipo de trabalho repetitivo que consome tempo durante a semana — scripts de manutenção, relatórios, verificações de estado de um projeto — e deixar o agente executar em background.

Preview de código no estilo Lovable

Outra novidade é o preview integrado. Ao pedir, por exemplo, uma página HTML simples a partir de um PRD, o Claude Code mostra:

  1. O plano que ele construiu para atender o pedido.
  2. O código gerado.
  3. A visualização renderizada ao lado, já funcionando.

É preciso selecionar uma pasta de trabalho antes — sem isso o preview não é montado. Depois de escolhida a pasta, qualquer app leve dá para validar sem sair do Claude.

Permissões e modos de operação

Na barra inferior do app aparecem as opções de solicitar permissão, aceitar edições e modo de planejamento. Dá pra configurar o nível de autonomia por sessão: desde “pergunta antes de qualquer coisa” até “aceita automaticamente edições de arquivos”.

Por que isso importa

O pacote — modelo mais capaz + app desktop com terminal + múltiplas sessões + agendador — move o Claude Code para um território novo: deixa de ser só um CLI/chat e vira um ambiente de trabalho para agentes. Para quem já usa Vibe Code ou flows agênticos, o Harness resolve um problema prático de orquestração sem precisar montar CI/CD separado.

O Opus 4.7 em si promete ganhos em programação, raciocínio sobre imagens e tarefas complexas de trabalho profissional — e já está liberado no próprio desktop e no CLI.

Próximos passos

  • Atualize o aplicativo desktop do Claude e confirme que o modelo está marcado como Opus 4.7.
  • Teste uma sessão com terminal embutido para ver o loop chat → comando → resultado dentro da mesma janela.
  • Configure uma tarefa no Harness para rodar uma rotina diária — é o caso de uso onde o modelo ganha mais em produtividade.
  • Experimente o preview em um projeto pequeno para avaliar como ele se compara a ferramentas builder tipo Lovable.

Se você testar, vale comparar o desempenho do 4.7 com a versão anterior em tarefas reais de refactor e geração de features completas — é nesse tipo de uso que as novas capacidades do Opus devem aparecer primeiro.

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Sobre o autor

Editor — Techify

Rob é editor da Techify e escreve sobre IA aplicada, automação e engenharia de sistemas para empresas que querem escalar.

  • Focado em automação com IA aplicada